A Polícia Federal (PF) iniciou uma operação nesta terça-feira (3) para investigar ameaças e ataques racistas direcionados à deputada federal Talíria Petrone (PSOL-RJ) através da internet. As ações visam apurar crimes de ameaça, injúria racial e violência política que afetam a parlamentar e sua família.
A PF declarou que a investigação começou em agosto de 2026, após o recebimento de mensagens eletrônicas contendo ameaças de morte e ofensas racistas e misóginas. Além disso, houve a divulgação não autorizada de informações pessoais da deputada. “A investigação teve início em agosto de 2026, após o envio de mensagens eletrônicas contendo ameaças de morte e ataques de cunho racista e misógino direcionados à parlamentar e à sua família”, informou a instituição.
Durante a operação, foi cumprido um mandado de busca e apreensão em Teresópolis, no estado do Rio de Janeiro, com autorização da Justiça Eleitoral do Distrito Federal. A PF também conseguiu identificar um suspeito que havia sido preso em Teresópolis por estar envolvido em outro crime.
A operação, nomeada Mahin, não se limita apenas à deputada, mas também investiga a prática de crimes semelhantes contra seus familiares. A PF está empenhada em reunir mais evidências para elucidar as circunstâncias dos incidentes e aprofundar a investigação das ações criminosas.
A assessoria de Talíria Petrone informou à Agência Brasil que ainda não possui todas as informações sobre a operação e ressaltou que as ameaças recebidas ao longo do tempo foram “devidamente registradas junto às autoridades competentes”.
Fonte: Agência Brasil


