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Palhaço em sala de aula da Ufal gera denúncias de assédio e investigação policial

Homem vestido de palhaço entra em salas de aula da Ufal e é denunciado por assédio por estudantes

Estudantes da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) relataram incidentes de assédio envolvendo um homem vestido de palhaço que entrou em salas de aula no Campus A.C. Simões, em Maceió, na última quinta-feira (12). A Polícia Civil já iniciou uma investigação sobre o caso, enquanto a universidade emitiu um comunicado oficial a respeito do ocorrido.

Imagens compartilhadas nas redes sociais mostram o homem, identificado como Paulo Henrique Deptuesqui, de 51 anos, interagindo com alunos e professores. O que inicialmente parecia ser uma performance artística rapidamente se transformou em uma situação desconfortável para os presentes. Testemunhas afirmam que o homem fez comentários inapropriados e importunou os estudantes.

De acordo com informações da Polícia Civil de Alagoas, o palhaço não foi detido, mas há relatos de que ele teria dado beijos sem consentimento e feito perguntas de natureza sexual. Até o momento, pelo menos um Boletim de Ocorrência foi registrado, e a Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM) está encarregada das investigações.

Uma estudante de Jornalismo, que preferiu permanecer anônima, relatou que a presença do palhaço não foi uma ocorrência isolada. “Ele entrou sem bater na porta e pediu para fazer uma apresentação sobre meio ambiente. Embora algumas pessoas tenham rido, era evidente que muitas estavam incomodadas. Ele perguntava se as mulheres eram solteiras e até deu um beijo em um aluno”, descreveu.

Outro aluno, de Serviço Social, também confirmou que o palhaço entrou em sua sala, mas saiu rapidamente. Ele mencionou que a situação se repetiu em várias turmas, causando desconforto entre os alunos.

A Ufal, em nota, esclareceu que ao tomar conhecimento da situação, uma equipe de segurança foi mobilizada para abordar o suspeito e retirá-lo do campus, devido ao incômodo causado aos estudantes e à interrupção das atividades acadêmicas. A universidade ressaltou que o campus é um espaço público, com grande circulação de pessoas, incluindo aqueles que buscam serviços de extensão.

Por fim, a instituição informou que, além do suporte da segurança patrimonial, conta com a colaboração das forças de segurança pública do estado e que uma reunião do Conselho Universitário será convocada para discutir o incidente.

Fonte: g1

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