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Motorista de ônibus envolvido em acidente que deixou 16 mortos em Alagoas recebe alta, mas ainda não prestou depoimento

Motorista de ônibus que capotou e deixou 16 mortos em AL recebe alta mas ainda não foi ouvido, diz polícia

O motorista do ônibus que se acidentou em São José da Tapera, Alagoas, e resultou na morte de 16 pessoas, teve alta do hospital. A informação foi confirmada pela Polícia Civil do estado nesta quinta-feira, 26. O trágico incidente ocorreu no dia 3 de fevereiro, enquanto o veículo transportava romeiros que retornavam de uma viagem religiosa.

O delegado Diego Nunes, responsável pelo 38º Distrito Policial, informou que o motorista ainda não foi interrogado, pois está se recuperando em casa. No entanto, ele espera que o depoimento do motorista, assim como o de outros passageiros, ocorra nos próximos dias. “Ao longo dessa semana foram ouvidas pessoas que estavam no interior do veículo, motoristas que participaram da romaria e funcionários da Prefeitura de Coité do Nóia, que organizaram a viagem. Com essas informações, já conseguimos avançar na análise do acidente”, detalhou Nunes.

Em um boletim divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), foi informado que três pessoas permanecem internadas. Entre os feridos estão um homem de 48 anos e um adolescente de 13, ambos no Hospital de Emergência do Agreste de Arapiraca, com estado de saúde estável. Uma criança de dois anos também se encontra em tratamento no Hospital Geral do Estado, em Maceió, e apresenta quadro clínico considerado estável.

O delegado destacou que a determinação final sobre as causas do acidente dependerá da conclusão do laudo pericial, que está em elaboração. O prazo para a finalização do documento ainda não foi divulgado. Vale lembrar que, dois dias após o acidente, a Polícia Científica de Alagoas informou que o ônibus não apresentava falhas mecânicas, conforme avaliação feita pelo Instituto de Criminalística de Maceió.

O ônibus, que fazia parte de uma caravana da Prefeitura de Coité do Nóia, estava transportando cerca de 60 pessoas, entre romeiros que voltavam do Ceará. O acidente, que ocorreu em um trecho da AL-220, resultou na morte de cinco homens, sete mulheres e quatro crianças. A Prefeitura de Juazeiro do Norte, cidade de onde os romeiros se deslocavam, expressou pesar pelo ocorrido e ofereceu condolências às famílias das vítimas.

Além disso, foi revelado que o ônibus operava de forma irregular, realizando transporte clandestino, de acordo com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). O órgão informou que o veículo não tinha a habilitação necessária, nem seguro de responsabilidade civil, e não possuía Licença de Viagem válida para o deslocamento realizado. O prefeito de Coité do Nóia, Bueno Higino Filho, contestou essa informação, afirmando que o ônibus foi contratado através de um processo licitatório.

Fonte: G1

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