No último domingo, 15, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro manifestou sua indignação nas redes sociais em relação à representação do ex-presidente Jair Bolsonaro durante o desfile de uma escola de samba na Sapucaí. A alegoria em questão retratava Bolsonaro como um palhaço atrás das grades, uma imagem que gerou controvérsias e debates nas plataformas digitais.
Michelle expressou seu descontentamento afirmando que a representação era uma forma de desrespeito. “Não podemos aceitar que um ex-presidente seja retratado dessa maneira, desmerecendo sua trajetória e contribuição ao país”, declarou. Sua crítica se soma a um crescente movimento de defensores de Bolsonaro que consideram a alegoria uma afronta.
O desfile, que atraiu a atenção de milhares de foliões e espectadores, também provocou reações variadas entre os internautas. Enquanto alguns apoiaram a crítica de Michelle, outros defenderam o direito à liberdade de expressão artística no carnaval.
A polêmica não se limita apenas às redes sociais, mas reflete um cenário político polarizado no Brasil, onde figuras públicas frequentemente se tornam alvo de representações satíricas. A alegoria, embora vista como uma crítica, também levanta questões sobre os limites da crítica política na arte.
À medida que as discussões sobre o carnaval e sua relação com a política continuam, a opinião de Michelle Bolsonaro certamente ressoará entre aqueles que defendem a imagem de Jair Bolsonaro e seu legado.
Fonte: Notícias ao Minuto Brasil

