De acordo com o último boletim de balneabilidade emitido pelo Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA), dez locais ao longo da costa alagoana foram considerados inadequados para banho. Destes, Maceió apresenta a maior concentração, com sete pontos em sua orla. A atualização foi divulgada na terça-feira, dia 21.
Além das praias de Maceió, foram identificados dois locais impróprios em Maragogi, no Litoral Norte do estado, e um na Barra de São Miguel, na região sul, especificamente no Rio Niquim. A análise abrangeu 68 pontos entre os dias 20 e 21 de julho, dos quais 58 foram considerados adequados para o banho.
A lista das praias impróprias em Maceió inclui:
– Praia da Avenida: localizada na Avenida da Paz, em frente a um posto de combustíveis;
– Praia da Pajuçara: no cruzamento da Avenida Dr. Antônio Gouveia com a Rua João Carneiro;
– Praia da Pajuçara: em frente ao Restaurante Parmegiano;
– Praia da Ponta Verde: na Avenida Silvio Carlos Viana, em frente à Corretora Márcio Raposo;
– Praia da Ponta Verde: na Avenida Álvaro Otacílio, entre as ruas General Dr. João Saleiro Pitão e Dr. Rubens Canuto;
– Praia da Jatiúca: em frente ao Hotel Maceió Atlantic;
– Rio Pratagy: na ponte da AL-101 Norte.
Em relação a Maragogi, os pontos impróprios são:
– Praia de Maragogi: em frente à foz do Rio Maragogi, na AL-101 Norte;
– Praia de Maragogi: em frente à foz do Rio Persinunga.
A avaliação das praias é baseada na contagem da bactéria Escherichia coli na água. Um local é considerado apropriado quando, em pelo menos 80% das amostras coletadas durante um período de cinco semanas, o número de bactérias não ultrapassa 800 por 100 mililitros de água. Por outro lado, um ponto é classificado como impróprio se a amostra mais recente apresentar mais de 2 mil bactérias por 100 mililitros.
O IMA alerta aos banhistas para que evitem áreas próximas a rios, canais e córregos, especialmente nas 24 horas que se seguem a chuvas, devido ao aumento do risco de contaminação. O órgão também recomenda que a água do mar não seja ingerida e que os cuidados com crianças sejam intensificados.
Fonte: G1


