Em uma decisão recente, a Justiça de São Paulo condenou Marçal a pagar R$ 100 mil a Guilherme Boulos, após acusações infundadas de uso de cocaína durante a campanha eleitoral de 2024. O caso destaca a importância da responsabilidade nas declarações feitas por candidatos, especialmente em períodos eleitorais, onde a difamação pode ter consequências significativas.
As alegações feitas por Marçal foram consideradas graves e sem fundamento, o que levou o juiz a concluir que a propagação de tais informações não só prejudicou a imagem de Boulos, mas também afetou o processo democrático. O magistrado enfatizou que “a liberdade de expressão não pode ser usada como escudo para ataques pessoais desprovidos de evidências”.
A decisão reflete um esforço judicial para coibir práticas de desinformação e garantir um ambiente eleitoral mais limpo e justo. Boulos, que é conhecido por sua atuação política e social, expressou sua satisfação com o veredicto, ressaltando que “é essencial proteger a integridade da política e dos indivíduos que nela atuam”.
Este caso serve como um alerta para candidatos e apoiadores, reforçando que a disseminação de mentiras pode resultar em penalidades legais e financeiras. A Justiça, ao tomar essa posição, busca não apenas reparar danos individuais, mas também preservar a integridade do processo democrático.
Fonte: Folhapress

