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Governo Eleva Aportes do Minha Casa, Minha Vida para R$ 200 Bilhões

Aportes para MCMV são ampliados para R$ 200 bilhões

Em uma iniciativa voltada para fortalecer a construção civil como motor do crescimento econômico, o governo federal anunciou um aumento significativo nos investimentos destinados ao programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), com um acréscimo de R$ 20 bilhões. Com essa nova injeção de recursos, o total destinado ao programa alcançará a marca histórica de R$ 200 bilhões.

Os novos recursos, provenientes do fundo social, permitem ao governo estabelecer metas mais ambiciosas, superando as expectativas iniciais. O programa habitacional já conseguiu, com um ano de antecipação, firmar 2 milhões de moradias contratadas, refletindo seu impacto positivo no setor.

“Se Deus quiser, vamos contratar 3 milhões de casas até o final desse ano. Prometemos 2 milhões, mas vamos chegar a 3 milhões de contratos. E vamos melhorar a renda das pessoas para que possam morar melhor”, afirmou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante o anúncio das novas medidas.

Lula reiterou a importância da moradia como um direito humano, enfatizando que facilitar o acesso à habitação para os trabalhadores brasileiros é uma forma de movimentar a economia. Nesse contexto, o presidente destacou a relevância do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para o setor habitacional.

“Por isso, temos que cuidar bem dele. Não quero usar o dinheiro do FGTS para nada além do seu objetivo: garantir o trabalhador e ajudá-lo a conquistar sua casa”.

A declaração do presidente surge em meio a preocupações sobre possíveis efeitos negativos para a construção civil, caso o governo permita que as famílias utilizem o FGTS para quitar dívidas. O Ministro das Cidades, Vladimir Lima, também mencionou que o MCMV é financiado por recursos do Orçamento Geral da União, além do FGTS.

“O MCMV tem sido um programa impactante e motor propulsor para a gente contribuir na redução do déficit habitacional. Segundo a Fundação João Pinheiro, chegamos no menor patamar do déficit habitacional relativo da história do país: 7,4%. Isso é resultado da retomada deste importante programa”, explicou Lima.

O ministro apresentou as novas faixas de renda e os valores atualizados dos imóveis que podem ser financiados pelo programa. As faixas foram definidas da seguinte forma:

  • Faixa 1: renda familiar de até R$ 3.200;
  • Faixa 2: de R$ 3.201 a R$ 5.000;
  • Faixa 3: de R$ 5.001 a R$ 9.600, com imóveis de até R$ 400 mil;
  • Classe Média: renda de até R$ 13 mil, com imóveis de até R$ 600 mil.

A cerimônia também trouxe novidades para o programa Reforma Casa Brasil, que agora atende famílias com renda de até R$ 13 mil, ampliando o acesso às melhorias habitacionais. “As condições financeiras para reformas tornaram-se mais atrativas, com a redução da taxa de juros para 0,99% ao ano para todos os beneficiários”, destacou o governo, que aumentou o limite do financiamento para reformas de R$ 30 mil para R$ 50 mil, além de estender o prazo de amortização de 60 para 72 meses.

Fonte: Agência Brasil

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