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“Deus é Brasileiro: Clássico do Cinema Nacional Completa 23 Anos e Ganha Continuação”

“Deus é Brasileiro” completa 23 anos e ganha novo filme gravado em Alagoas
O icônico filme brasileiro “Deus é Brasileiro”, que marcou o cenário audiovisual do país, celebra suas mais de duas décadas de história, completando 23 anos desde seu lançamento em 2003. A obra, dirigida pelo renomado cineasta alagoano Cacá Diegues, permanece viva na cultura popular brasileira, trazendo à tona a riqueza das paisagens e a singularidade dos personagens nordestinos.
Com uma narrativa que mistura humor e crítica social, o longa apresenta Deus, interpretado por Antônio Fagundes, em uma jornada pelo sertão em busca de um substituto, acompanhado por Taoca, vivenciado por Wagner Moura. Essa combinação de leveza e profundidade permitiu que a obra se conectasse com o cotidiano nordestino, atravessando gerações e inspirando novos cineastas.
Além de seu impacto cultural, “Deus é Brasileiro” também foi fundamental para o surgimento de novos talentos no cinema, destacando a atuação de Wagner Moura em um dos seus primeiros papéis significativos. Com mais de vinte anos de história, a narrativa do filme se expande com o novo projeto “Deus Ainda é Brasileiro”, que foi filmado em Alagoas e se conecta com os desafios contemporâneos do Brasil.
Com estreia programada para 2 de julho de 2026, a nova produção, patrocinada pela Secretaria de Estado da Cultura e Economia Criativa de Alagoas, é considerada o último trabalho de Cacá Diegues, que faleceu em 2025. O filme reafirma suas raízes e destaca o potencial de Alagoas como um importante cenário para o audiovisual brasileiro.
Inspirado no conto “O Santo que Não Acreditava em Deus” de João Ubaldo Ribeiro, o roteiro foi desenvolvido em colaboração com renomados roteiristas como João Emanuel Carneiro e Renata de Almeida. Segundo Diegues, “Prefiro dizer que ‘Deus Ainda é Brasileiro’ se trata de um spin-off, pois é um filme saído daqueles personagens, daquelas situações, mas não é uma continuação. Esse filme aborda um outro momento da nossa história, em que Deus retorna ao Brasil para tentar recuperar a esperança na humanidade. Eu costumo dizer que esse filme é uma comédia cívica, por causa do seu tom patriótico.”

Fonte: Nome da fonte

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