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Assassinato de Produtor de Abacaxi em TO: Rivalidade Empresarial Como Motivo Principal

Produtor de abacaxi assassinado em pizzaria no TO teve morte encomendada por fazendeiro rival, diz delegado

A Polícia Civil do Tocantins desencadeou, nesta terça-feira (10), uma operação para prender os suspeitos envolvidos na morte do produtor rural José Geraldo Oliveira Fonseca, 39 anos, conhecido como “Geraldo do Abacaxi”. O inquérito aponta que o assassinato foi encomendado por um fazendeiro concorrente, que atuava no mesmo setor de produção de abacaxis, evidenciando uma rivalidade significativa entre ambos.

Durante a ação policial, dois homens identificados como pistoleiros foram localizados em Maceió (AL). Infelizmente, eles entraram em confronto com a polícia e acabaram mortos. A identidade desses indivíduos não foi divulgada pelas autoridades. O assassinato ocorreu em 7 de setembro de 2024, em uma pizzaria localizada no centro de Miranorte, onde o empresário foi surpreendido por dois homens armados que dispararam contra ele, resultando em sua morte instantânea. O crime foi registrado por câmeras de segurança do local.

O delegado Afonso Lira comentou sobre as investigações, afirmando: “A investigação ainda está evoluindo. Agora, com as prisões temporárias pelo prazo de 30 dias, vamos aprofundar a motivação, mas o que já foi levantado é que eram empresários rivais no âmbito da produção e venda de abacaxis, eram inimigos declarados e tinham problemas pessoais entre ambos”. O suposto mandante do crime foi abordado por uma emissora local após a prisão, mas se recusou a prestar declarações.

Além da rivalidade comercial, o mandante tinha desavenças pessoais com José Geraldo, o que culminou no planejamento do homicídio. A operação também visou os intermediários e executores do crime, resultando na prisão do mandante em Miranorte e na captura de três homens que atuaram como intermediários – dois deles em Miranorte e um no Rio de Janeiro. Os executores, que foram localizados em Maceió, não se renderam e morreram durante a ação policial.

O delegado Heliomar dos Santos Silva, responsável pela investigação, destacou que o crime foi cuidadosamente arquitetado. O monitoramento das transações bancárias revelou que o pagamento pela execução foi feito de maneira fracionada, por meio de vários depósitos nas contas dos executores. A identificação de um dos atiradores foi possibilitada por análises de digitais, com apoio das polícias civis de Alagoas e do Rio de Janeiro, além da Polícia Rodoviária Federal.

As investigações continuam em busca de esclarecer se outras pessoas estiveram envolvidas na execução do crime.

Fonte: G1

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