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Defesa diz que mulher presa ao se passar por comissária foi vítima de ‘golpe das milhas’

Defesa diz que mulher presa ao se passar por comissária foi vítima de ‘golpe das milhas’


Mulher é presa tentando embarcar em avião com passagem comprada a $22 reais
A defesa da empresária Lourenna Maria Silva Barreto, de 27 anos, presa ao tentar embarcar em um voo usando uma passagem emitida em nome de uma comissária de bordo, afirmou ao g1 neste sábado (9) que a lojista foi vítima do chamado “golpe das milhas”.
A mulher foi presa em flagrante nesta sexta-feira (8) ao tentar embarcar em um voo com destino a São Paulo, no Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares, em Alagoas. Segundo a Polícia Civil, o bilhete foi comprado por R$ 22,45.
Segundo o advogado Marcos Paulo Rodrigues de Oliveira, a comerciante comprou o bilhete aéreo de um terceiro por meio de venda de milhas e recebeu apenas o QR Code da passagem, sem saber que os dados utilizados pertenciam a uma funcionária de uma companhia aérea.
“A Sra. Lourenna foi vítima do conhecido ‘golpe das milhas’, não tendo, em nenhum momento, utilizado documentos pessoais pertencentes à titular da passagem aérea”, afirmou a defesa.
O advogado também alegou que a verdadeira titular da passagem já teve o nome usado indevidamente em outras situações semelhantes. De acordo com a defesa, existe um registro de ocorrência em Manaus envolvendo uma pessoa presa por tráfico de drogas utilizando dados da funcionária da companhia aérea.
Ainda segundo a defesa, Lourenna é proprietária de um pequeno comércio em União dos Palmares. “Essa é a primeira vez em que se vê envolvida em situação dessa natureza”, disse o advogado.
Na madrugada deste sábado, a defesa protocolou um pedido de liberdade provisória para a empresária e aguarda o alvará.
Relembre o caso
Aeroporto Zumbi dos Palmares
Jonathan Lins / Semtur Maceió
A prisão ocorreu após a Delegacia de Proteção ao Turista (Dptur) receber uma denúncia da companhia aérea sobre uma possível tentativa de embarque irregular.
De acordo com a delegada Luci Mônica, a mulher não apresentou a carteira funcional de comissária de bordo ao ser questionada pelos policiais. Ela foi levada para a Central de Flagrantes e autuada por falsidade ideológica.
Ainda segundo a polícia, ela informou que fazia viagens frequentes para São Paulo para comprar produtos para a loja dela.
A suspeita foi encaminhada pela Polícia Militar para a Central de Flagrantes, onde foi autuada pelo crime de falsidade ideológica.

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