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Erosão em Rio Largo Cresce Alarmantemente e Ameaça Comunidades até 2030

Erosão em Rio Largo avança sete vezes em 10 anos, ameaça casas e pode dobrar até 2030

A Defesa Civil de Maceió emitiu um alerta sobre a intensificação da erosão na Mata do Rolo, em Rio Largo, que avançou mais de sete vezes na última década. Essa situação crítica já coloca em risco residências situadas a menos de oito metros da borda da voçoroca, e estima-se que o problema pode se agravar ainda mais, dobrando de tamanho até 2030. O órgão classifica a erosão como um risco iminente para a população local.

Nesta quinta-feira (23), a Defesa Civil de Rio Largo iniciou ações emergenciais para proteger os moradores da área afetada. Além disso, o órgão solicitou à Secretaria Municipal de Infraestrutura a implementação de obras permanentes que visem conter o avanço da erosão. O monitoramento constante da área é fundamental para a segurança da comunidade.

Jeferson Santos, coordenador da Defesa Civil de Rio Largo, afirmou que a primeira ação foi a contenção da pista com um desvio, uma medida essencial para garantir a segurança dos residentes. “Primeiramente, fizemos a contenção da pista com desvio para garantir a segurança dos moradores. Estamos tomando medidas de prevenção, visitando as casas todos os dias, fazendo cadastro das famílias e mantendo contato direto com os moradores por meio de um grupo de WhatsApp”, declarou Santos.

Os moradores foram instruídos a relatar imediatamente qualquer sinal de perigo, como rachaduras ou movimentação do solo. “Qualquer movimentação de solo, trinca na parede ou rachadura, eles informam à Defesa Civil. Até agora está tudo tranquilo, mas seguimos com monitoramento constante na área”, completou o coordenador.

Um relatório técnico da Defesa Civil de Maceió revela que a área afetada pela voçoroca aumentou de 990 m² em 2016 para cerca de 7.600 m² em 2026, representando um crescimento alarmante. O volume de solo perdido já supera 486 mil metros cúbicos. Se as condições atuais persistirem, a voçoroca poderá alcançar aproximadamente 15 mil m² até 2030.

A Defesa Civil considera a situação crítica, especialmente devido à proximidade das residências. Fatores como a natureza do solo, chuvas intensas e ações humanas, como ocupação irregular e falta de drenagem adequada, têm contribuído para o agravamento da erosão. O órgão sugere medidas urgentes, incluindo monitoramento contínuo, proibição de novas construções em áreas de risco e a implementação de sistemas adequados de drenagem e saneamento básico.

Fonte: G1

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