Carregando...

AGU Emite Diretrizes para Agentes Públicos nas Eleições de 2026

Eleições 2026: AGU orienta agentes públicos sobre condutas proibidas

A Advocacia-Geral da União (AGU) divulgou orientações para agentes públicos sobre as condutas que devem ser evitadas durante o período eleitoral de 2026. Segundo a AGU, é fundamental que esses profissionais não participem da disseminação de informações falsas, sob pena de enfrentarem sanções por abuso de poder político e econômico. Além disso, é expressamente proibido o uso de bens ou serviços públicos para favorecer candidaturas, especialmente em eventos oficiais, que devem ser realizados fora do horário de trabalho.

As diretrizes destacam a importância de seguir os cinco princípios da administração pública: legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. Essas recomendações estão contidas em uma cartilha elaborada pela AGU, que visa informar os agentes e gestores sobre as práticas adequadas e as proibições durante o período eleitoral.

A publicação reforça que “é permanentemente vedada a disseminação, o endosso ou o compartilhamento de informações sabidamente falsas, descontextualizadas ou não verificadas [fake news]”, além de conteúdos que promovam discurso de ódio ou desinformação. A AGU ressalta que, em tempos de eleição, é crucial que as autoridades tenham um cuidado redobrado, pois suas manifestações podem impactar a confiança da sociedade nas instituições e o debate democrático.

É importante notar que ações que não configuram infrações eleitorais podem ser consideradas como violações éticas, uma vez que podem gerar conflitos entre a função pública e a promoção pessoal ou partidária. Dessa forma, o uso de prestígio institucional para fins eleitorais é estritamente proibido.

A AGU enfatiza que a Cartilha Eleitoral: Condutas Vedadas aos Agentes Públicos Federais nas Eleições 2026 é uma ferramenta prática destinada a auxiliar os agentes na tomada de decisões durante o exercício de suas funções. O objetivo é prevenir irregularidades e garantir que as ações governamentais estejam em conformidade com a legislação.

Com 11 edições, a cartilha aborda temas como abuso de poder, improbidade administrativa e regras de propaganda. O documento também inclui um calendário com as datas mais relevantes do ano eleitoral, além de capítulos focados no combate à desinformação e na utilização ética das redes sociais, sendo a propaganda eleitoral permitida apenas a partir de 16 de agosto.

“Espera-se que a cartilha contribua para uma atuação pública segura, responsável e comprometida com o interesse público durante este ano de 2026, fortalecendo as instituições e garantindo a lisura do processo eleitoral”, conclui a AGU em sua apresentação.

Fonte: Agência Brasil

BANNER POSIÇÃO 03

Últimas notícias

Mega-Sena 3014: 25 apostas de Alagoas acertam a quadra; cidades contempladas

Novo Desenrola reduz dívida das famílias brasileiras de R$ 20 bilhões para R$ 3 bilhões, afirma ministra

Lula critica família Bolsonaro, afirmando que suas ações seriam consideradas traição em qualquer nação

Lula afirma que Brasil buscará novos parceiros se EUA criarem conflitos

BANNER POSIÇÃO 02
BANNER POSIÇÃO 04