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Gaviões da Pajuçara Celebra 25 Anos de História no Carnaval de Maceió

Conheça a história da Gaviões da Pajuçara, que chega ao 25º desfile no carnaval de Maceió

As escolas de samba de Maceió se preparam para os desfiles que ocorrerão nos dias 28 de fevereiro e 1º de março, a partir das 19h, na orla da Ponta Verde, em frente ao Palato Praia. Entre as agremiações que prometem brilhar na avenida, a Gaviões da Pajuçara se destaca ao completar seu 25º desfile, reafirmando sua rica tradição e resistência no Carnaval.

A Gaviões da Pajuçara foi fundada em 22 de maio de 2000, a partir do bloco Bonecos da Cidade, impulsionada pela paixão de um entusiasta do Carnaval. Hilton Lopes, conhecido como Mestre Prego e atual presidente da escola, recorda o início dessa jornada. “Foi um desafio mostrar que eu entendia de samba. A mesma equipe do bloco de bonecos eu passei para a escola de samba, e aí surgiu o nome Escola de Samba Gaviões da Pajuçara”, relatou à Tv Asa Branca Alagoas.

A trajetória da Gaviões é marcada por conquistas notáveis, incluindo seis títulos de campeã alagoana, além de vários vice-campeonatos. Tradicionalmente, a escola exibe quatro carros alegóricos e cerca de quinze alas, com aproximadamente 40 integrantes em cada uma delas, representando diversas idades. No entanto, este ano, o desfile será um símbolo de superação. Como destacou Mestre Prego, a escola enfrenta desafios financeiros, mas permanece comprometida com a qualidade do espetáculo. “Queria colocar a escola máxima, como a Gaviões sempre fez, mas infelizmente as condições financeiras não chegaram até a gente. Mesmo assim estamos trabalhando, dá para fazer um pouco, e com certeza a Gaviões será um sucesso de novo”, afirmou.

O desfile da Gaviões ocorrerá na Rua Fechada, na Ponta Verde, no domingo (1º), com entrada prevista para as 23h. O enredo deste ano é uma releitura do samba “Aquarela Brasileira”, da escola carioca Império Serrano, que busca exaltar a diversidade cultural do Brasil e as belezas de Alagoas. Carlos Rodrigues, o carnavalesco responsável pela criação artística da escola há cinco anos, explicou: “É um samba que conta a pluralidade, exalta tantas qualidades do Brasil e também do nosso estado, que é tão rico de cultura”.

Carlos, que possui uma longa ligação com a Gaviões, começou a desfilar desde a infância, passou por diversas alas e, desde 2012, atua como mestre-sala. “É uma alegria muito grande poder contribuir com essa comunidade, com essa agremiação. Eu falo que a Gaviões me formou como artista”, declarou.

Nos bastidores do desfile, um grande número de pessoas se empenha para que tudo ocorra perfeitamente. A costureira Marli dos Santos, por exemplo, está responsável pela confecção de 20 vestidos da ala das baianas. “São muitos babados, muitos enfeites, mas é uma coisa que eu gosto. Estou acostumada a fazer”, afirmou. Com dez anos de experiência no Rio de Janeiro, Marli já trabalhou para a tradicional escola de samba Portela. “Na Portela eu trabalhei sempre na ala das baianas, que é o que eu gosto, é a paixão que eu tenho de confeccionar essas roupas. São trabalhosas, sim, mas são gratificantes”, completou.

Fonte: Tv Asa Branca Alagoas

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