A polícia iniciou uma investigação sobre o falecimento do professor Carlos Alberto de Carvalho Fraga, de 38 anos, vinculado à Universidade Federal de Alagoas (Ufal). As primeiras linhas de investigação indicam que a morte pode estar relacionada a uma intoxicação por substâncias como álcool, drogas e medicamentos controlados, que foram encontrados na residência do professor durante a perícia.
O corpo de Carlos Alberto foi descoberto em sua casa, localizada no bairro Massaranduba, em Arapiraca, na região do Agreste de Alagoas, na segunda-feira (9). Embora existam indícios de intoxicação, a possibilidade de homicídio também não está descartada, conforme esclarece o delegado Flávio Dutra, que coordena as Delegacias de Homicídios do Interior. “Na casa da vítima, não foram encontrados sinais de arrombamento, luta corporal ou lesões visíveis no corpo do professor. Por enquanto, estamos tratando como uma morte acidental, possivelmente devido ao consumo excessivo de álcool ou uso de entorpecentes. O professor também utilizava um medicamento para tratar a ansiedade”, informou o delegado.
Até o momento, a polícia já ouviu duas testemunhas: um ex-companheiro de Carlos Alberto, que encontrou o corpo e acionou as autoridades, e um amigo que esteve com o professor no sábado, consumindo bebidas e entorpecentes. O celular de Carlos foi apreendido, e o delegado solicita que familiares ou pessoas próximas que conheçam a senha do aparelho entrem em contato com os investigadores para facilitar o acesso às informações, que podem ser cruciais para a elucidação do caso.
Além disso, as câmeras de segurança da residência do professor também passarão por análise pericial, com o intuito de auxiliar nas investigações sobre as circunstâncias que levaram à morte de Carlos Alberto de Carvalho Fraga, encontrada em sua casa no estado de Alagoas.
Fonte: G1

