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Tragédia em Alagoas: 16 Vítimas em Capotamento de Ônibus com Romeiros

Veja quem são as 16 vítimas mortas em acidente com ônibus que levava romeiros em Alagoas

A Polícia Científica de Alagoas revelou na noite da última terça-feira (3) os nomes das 16 pessoas que perderam a vida em um trágico acidente com um ônibus que transportava romeiros na AL-220, em São José da Tapera, no Sertão alagoano. As investigações preliminares da Polícia Civil indicam que o excesso de velocidade pode ter contribuído para o capotamento, embora a causa exata ainda não tenha sido confirmada.

As vítimas estavam retornando da Romaria de Nossa Senhora das Candeias, um evento religioso importante que ocorre em Juazeiro do Norte. A prefeitura local se manifestou em uma nota oficial, expressando suas condolências e apoio às famílias afetadas pela tragédia. No local do acidente, 15 pessoas foram declaradas mortas, enquanto uma criança de apenas 4 anos faleceu após ser atendida na Unidade de Pronto Atendimento de Santana do Ipanema.

Entre os falecidos, estavam seis homens, sete mulheres e três crianças. No total, 20 pessoas foram hospitalizadas, e até a noite de terça-feira, 18 sobreviventes permaneciam sob cuidados médicos. O Hospital Regional do Alto Sertão recebeu 15 pacientes, com um deles já liberado. Uma criança com fraturas múltiplas foi transferida para o Hospital Geral do Estado em Maceió, onde seu estado de saúde é considerado grave.

O delegado Diego Nunes, responsável pelo inquérito, já iniciou a apuração das circunstâncias que cercam o acidente. Até a manhã desta quarta-feira (4), o motorista do ônibus, que sobreviveu ao capotamento, não havia sido ouvido devido à sua internação. O delegado observou que o ônibus se encontrava em bom estado, mas indicou que o veículo provavelmente estava em velocidade superior à permitida na curva conhecida como “Curva do S”, famosa por sua alta taxa de acidentes.

Além disso, foi confirmado que o ônibus envolvido no acidente operava de forma irregular, sem a devida autorização da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). A ANTT declarou que o veículo não possuía habilitação, certificado de segurança veicular ou seguro de responsabilidade civil. O prefeito de Coité do Nóia, Bueno Higino Filho, contesta essa informação, afirmando que a contratação do ônibus ocorreu por meio de licitação.

Fonte: G1

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