O Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA) divulgou um novo Relatório de Balneabilidade, que classifica 13 dos 68 pontos analisados como impróprios para banho. A divulgação aconteceu na última quinta-feira (3) e alerta os banhistas sobre os riscos associados a essas áreas. Maceió é a cidade mais afetada, com oito locais desaconselhados, enquanto o Litoral Norte e o Litoral Sul possuem três e dois pontos, respectivamente, todos listados a seguir.
Na capital alagoana, os trechos não recomendados incluem a Praia do Pontal da Barra, na Avenida Assis Chateaubriand, localizada cerca de 500 metros ao norte do emissário da Casal; a Praia da Pajuçara, tanto na Avenida Dr. Antônio Gouveia, no cruzamento com a Rua João Carneiro, quanto em frente ao Restaurante Parmegiano; a Praia de Ponta Verde, na Avenida Álvaro Otacílio, entre as ruas General Dr. João Saleiro Pitão e Dr. Rubens Canuto; a Praia de Jatiúca, em frente ao Hotel Maceió Atlantic; e a Praia de Cruz das Almas, em dois pontos: na Avenida Brigadeiro Eduardo Gomes, em frente ao Ritz Residence, e na Avenida Eustáquio Gomes, em frente ao Condomínio Solaris. Adicionalmente, o Rio Pratagy, na ponte da AL-101 Norte, também está na lista.
No Litoral Norte, as praias de Maragogi estão entre as impróprias, incluindo a área em frente à foz do Rio Salgado, a foz do Rio Maragogi, e a foz do Rio Persinunga. Já no Litoral Sul, a Prainha da Laguna Jequiá da Praia, na Rua Santo Antônio, e o Rio Niquim, na Barra de São Miguel, a cerca de 300 metros da foz, foram identificados como inadequados.
A classificação dos pontos se baseia em critérios estabelecidos pela Resolução nº 274/2000 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). Um local é considerado seguro para banho quando 80% ou mais das amostras coletadas nas cinco semanas anteriores apresentam uma concentração de Escherichia coli inferior a 800 NMP por 100 ml de água. Um ponto é considerado impróprio quando não atende a esses critérios ou apresenta valores superiores a 2 mil Escherichia coli por 100 ml na última amostra.
Após chuvas, o relatório recomenda cautela, especialmente em praias afetadas por rios e cursos d’água, que podem estar contaminados nas 24 horas seguintes. O IMA também sugere que banhistas evitem áreas diretamente influenciadas por corpos d’água e que não ingiram água do mar, principalmente crianças.
Fonte: G1


