GABRIELA CECCHIN
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O falecimento de um segurado do INSS pode gerar dúvidas sobre a continuidade de benefícios. A mãe de Laércio Marcondes, um aposentado de 63 anos, faleceu aos 98 anos no dia 29 de maio deste ano, e seu filho enfrentou essa situação. É importante esclarecer que, após a morte do segurado, os familiares não devem realizar o saque dos benefícios. Essa ação pode resultar em complicações legais e financeiras.
O ideal é que os parentes busquem informações sobre o que fazer em relação aos benefícios que estavam sendo recebidos. Os herdeiros têm opções, como requerer pensão por morte, que é um benefício destinado aos dependentes do segurado falecido. É fundamental seguir os trâmites legais para evitar problemas futuros e garantir que os direitos dos dependentes sejam respeitados.
“A orientação é sempre buscar ajuda especializada para entender quais são os direitos e deveres após a perda de um ente querido”, enfatiza um especialista em direito previdenciário. A complexidade do sistema previdenciário pode levar a confusões, e um auxílio profissional pode ser decisivo para assegurar que todas as etapas sejam seguidas corretamente.
Além disso, os familiares devem reunir a documentação necessária, como a certidão de óbito e comprovantes de dependência, para facilitar o processo de solicitação da pensão. É crucial agir rapidamente, pois o tempo pode influenciar nos direitos a serem reivindicados.
Portanto, ao lidar com a morte de um segurado do INSS, é essencial estar bem informado sobre os procedimentos corretos. Isso garantirá que os direitos dos dependentes sejam preservados e que o processo transcorra da maneira mais tranquila possível.
Fonte: Folha de S.Paulo


